quarta-feira, 25 de abril de 2012

Página Publicada Sobre a Enchente de 2003

Está página, enfocando a enchente de 2003, que fiz como forma de desabafo, despertou a direção do Diário de Caratinga, a me convidar para voltar a fazer as charges do jornal.
Na sequência, as 18 charges que fiz em menos de trinta minutos. Meus traços e na letras revelam o meu estado emocional da ocasião....

Diário de Caratinga, edição 2.298 / 28 de janeiro de 2003

Enchente de 2003, Marcou Meu Retorno às Páginas do Diário de Caratinga

EDRAMÁTICO
Mas não podemos perder a fé, esperança, força, determinação... e o humor
VAMOS RECONSTRUIR CARATINGA!



Esta charge foi publicada, originalmente em preto e branco, na página que fiz com 18 charges abordando a enchente que Caratinga sofreu em 2003.





















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ALUGA-SE - Em Caratinga, os únicos apartamentos  na horizontal do planeta. projetados para chegar do trabalho e dormir.Ótima vista para o céu, saída de emergência ( é só ligar para a Fervel ) sob fortes emoções. Mais um ganancioso empreendimento, de irresponsabilidade da INCONSEQUÊNCIA CORPORAÇÃO S/A.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Retrospectiva Charges Diário de Caratinga / Fevereiro de 2003

Primeira charge publicada depois de 1997, no retorno oficial ao Diário de Caratinga.
02 / fevereiro / 2003  

04 / fevereiro / 2003

05 / fevereiro / 2003

06 / fevereiro / 2003

07 / fevereiro / 2003

08 / fevereiro / 2003

09 / fevereiro / 2003

11 / fevereiro / 2003

12 / fevereiro / 2003
14 / fevereiro / 2003
15 / fevereiro / 2003
16 / fevereiro / 2003
17 / fevereiro / 2003
18 / fevereiro / 2003
19 / fevereiro / 2003
20 / fevereiro / 2003
21 / fevereiro / 2003
22 / fevereiro / 2003
23 / fevereiro / 2003
24 / fevereiro / 2003
24 / fevereiro / 2003
28 / fevereiro / 2003

13 / fevereiro / 2003















segunda-feira, 23 de abril de 2012

No Dia Que Ziraldo Voltou a Caratinga

Ziraldo estava com bronca de Caratinga. Chegou a dar entrevista que nunca mais voltaria à cidade.
Quase dez anos sem aparecer na cidade das palmeiras ele quebrou o juramento e veio na inauguração da biblioteca que leva o nome de sua mãe, Dona Zizinha.
Na ocasião, fiz esta charge, que foi publicada na capa do Diário de Caratinga na edição 2265, no dia 12 de dezembro de 2012.
Foi minha primeira publicação na nova faze do jornal, que desvinculara do Diário do Aço.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Entrevista Diário de Caratinga

Lei abaixo, a entrevista na íntegra

Cartunista Edra,10 Anos de Charges no Jornal Diário de Caratinga

O cartunista Edra completa 10 anos de charges no Diário de Caratinga. Antes, teve uma passagem por um ano e meio, que resultou no livro "Bagunçaram o Meu Coreto" com uma coletânea das suas melhores charges, em 1997.



O cartunista Edra, iniciou no universo das charges em Brasília em 1980. Aqui no Diário de Caratinga ele completa em 2012, 10 anos de publicação de seu trabalho artístico, retratando o cotidiano, de acordo com a própria cobertura dos fatos que o jornal faz diariamente. Para comemorar este marco, Edra planeja lançar cinco livros, além de uma exposição e um encarte especial no “DIÁRIO”, com o melhor de seu humor gráfico neste período. Hoje, quando o Diário completa 17 anos, o artista caratinguense fala com exclusividade sobre sua história com as charges e com o jornal. 

1 - Você está completando 10 anos de parceria com o Diário de Caratinga. Como começou este seu trabalho aqui no jornal? 
R - Quando Caratinga foi devastada pela enchente em 2003, deixando lastros de sofrimento, desespero e dor em nossa população, senti a necessidade de expressar este sentimento coletivo e peguei o meu material de desenho e comecei a riscar freneticamente, colocando no papel todas aquelas impressões que passavam na minha cabeça. Com menos de uma hora fiz 18 charges retratando com humor aquela tragédia que se acometeu sobre a maioria de todos nós. Eu, particularmente, perdi a minha gráfica. Uma onda de tristeza se abateu nos caratinguenses. Quis externar o meu desagravo e ofereci os meus desenhos ao Diário de Caratinga, que aceitou e publicou uma página (23/janeiro/2003 – edição 2.298) com o título: EDRAMÁTICO (fazendo alusão ao meu nome e a situação que vivíamos) seguido com um sub título: “Mas não podemos perder a Fé, Esperança, Força, Determinação e o ...HUMOR”. E abaixo uma tarja preta com o dizeres em letras garrafais e vazadas “VAMOS RECONSTRUIR CARATINGA!” Mediante a repercussão e o sucesso alcançado, o William Ribeiro que era o editor na época, me convidou a retornar a redação e dar continuidade e desde então venho sistematicamente publicando minhas charges na capa do Diário de Caratinga. 

2 - Mas, antes disso, você já havia feito parte da equipe do Diário de Caratinga? 
R – Sim, no início de 1996, ainda quando era Diário do Aço / Caratinga, assumi as charges do jornal a convite do então sócio proprietário da empresa, Glauco Grossi Assis. Foi exatamente no período do final da administração do Prefeito Dário Grossi, a eleição e início do mandato do José de Assis. Na dificuldade de conciliar a administração da minha gráfica entre outros projetos, parei de produzi-las após um ano resultando no lançamento do livro “Bagunçaram o Meu Coreto” em 1997, com a coletânea das principais charges. 

3- E como você começou a fazer charges? 
R- Comecei fazendo charges profissionalmente em 1980 num dos maiores jornais do país, o Correio Braziliense, em Brasília, nos cadernos de Esporte e de Cultura. Daí, fui convidado a fazer a charge editorial na Folha de Brasília que acabara de ser lançada. Peguei o ranço da ditadura com Geisel, Figueiredo, colégio eleitoral e a super inflação com Delfim Neto. Ainda na capital federal, fiz charges, quadrinhos e ilustrações para o Jornal de Brasília e Correio do Brasil. Mais tarde, quando voltei para Caratinga, fiz charges para o jornal A Semana durante dois períodos distintos (1984/87 e 1994/98). E para registro, vale ressaltar que a minha primeira charge publicada no “Flagrante”, extinto jornal caratinguense, no dia 25 de agosto de 1983. 

4 - Na sua opinião, qual é o papel da charge? 
R – Uma boa charge equivale a um belo texto analítico e crítico que contribui para a avaliação e o correto dimensionamento social e político do fato, do feito ou dos envolvidos. Seu apelo visual exerce uma atração de comunicação muito forte sobre o leitor. Sua leitura é de fácil interpretação e a mensagem é de rápido entendimento, mesmo pelas pessoas de menor grau de instrução. O humor é a nossa arma para desmitificar a hipocrisia. A charge por sua vez, é imparcial e se baseia em fatos. Ela pode servir de aliada contra a alienação, o despertar da cidadania e identificação de nossos anseios. Se a charge, com o passar dos anos, perde um pouco na sua interpretação por ter uma abordagem circunstancial, ela ganha, numa dimensão imensurável, como registro histórico 

5 - E qual é a temática central das charges que você publica no Diário? 
R – O tema é Caratinga, a nossa realidade. Exatamente o que me move é o desafio de fazer charges em cima de acontecimentos ocorridos em nossa comunidade e região. E isto é um diferencial pra mim, para os leitores do jornal e da nossa gente, na medida em que se põe o dedo na ferida exposta de nossa cidade e suas mazelas, por algumas das quais todos somos responsáveis. Se fosse pra fazer charge abordando os mesmos assuntos que os jornais dos grandes centros, não teria sentido algum pra mim, embora, às vezes, tenha que tirar leite em pedra por absoluta falta de assunto que possa servir como tema. (Risos) 

6 - E as causas sociais, também são uma preocupação sua? 
R – Certamente. Minhas charges não estão atreladas somente aos fatos políticos, mas também aos nossos costumes, esportes, cultura, saúde, lazer, meio ambiente, entre tantos outros assuntos pertinentes. 

7 - E como você se pauta? Atende pedidos, ouve os comentários nas ruas... 
R – Em cada charge abordo a notícia mais importante do momento ou de fatos que eu mesmo percebo no dia a dia. Ando sempre antenado. (Risos) Geralmente sou abordado por muito leitores nas ruas de Caratinga que tecem comentários e críticas. Na maioria absoluta das vezes são muito gentis e não me poupam elogios, muitos comentam que as charges são a primeira coisa que conferem na capa do jornal, alguns me mostram charges antigas guardadas na carteira, outros me revelam que colecionam recortes, isto me estimula muito a procurar fazer o melhor e de forma mais criteriosa, sempre. Muito raro alguém arrisca um palpite, pois na verdade sinto que existe uma simbiose muito acentuada entre minhas charges com a opinião dos leitores do Diário de Caratinga. Com exceção dos atleticanos, é claro... (Risada) 

8 - Agora vem a eleição. Falando em política... Caratinga está vivendo um período político conturbado. O que você acha disso? 
R- Eu, chargista, não tenho que achar nada. (Risos). O que posso te dizer que no período de eleição é farta a matéria prima que os candidatos nos oferecem de bandeja (geralmente abarrotadas de pizzas) e no cenário político que estamos vivendo te garanto que dá pra fazer uma meia dúzia de charges por dia! (Risada) 

9 - Você também trabalha com caricaturas... fale sobre elas. 
R –. Graças a Deus, além das charges e cartuns, tenho o dom também de fazer quadrinhos, ilustrações e caricaturas. Adoro fazer caricaturas e as pessoas também curtem muito, porém não faço com freqüência e a prática é que nos faz evoluir. Tenho feito algumas de forma muito espaçadas com o desejo de me dedicar mais 

10 - O que você está preparando para a comemoração destes 10 anos de charges no Diário de Caratinga? 
R- Com o apoio da direção do Diário de Caratinga, será publicado um encarte especial de 8 páginas fazendo uma pequena retrospectiva destes dez anos de minha atuação. Acontecerá também uma exposição na Casa Ziraldo de Cultura das charges mais marcantes destes períodos e finalmente o lançamento de um kit de 5 livros que trarão coletâneas das melhores charges de cada dois anos, apresentando aproximadamente cerca de 1400 charges. Estou muito motivado na expectativa da boa aceitação de público e consciente da importância histórica deste empreendimento editorial na imprensa do nosso município. Para isto, estou há três meses pesquisando todo meu acervo, catalogando estes desenhos. Um trabalho bastante minucioso e desgastante varando madrugadas a dentro, pois não se trata de uma compilação pura e simples, haja vista que tive que pesquisar arquivos no meu computador e em centenas de cd’s, rever todos os meus originais, escanear dezenas deles que não estavam arquivados. E para esta seleção, fiz um paralelo com as páginas encadernadas de modo não deixar de avaliar nenhuma charge sequer e principalmente editá-las em ordem cronológicas para um acompanhamento preciso dos acontecimentos em Caratinga nestes últimos dez anos em forma de traços e muito humor.



Fonte: Diário de Caratinga: - 21/Março/2012


terça-feira, 3 de abril de 2012

Novo Desafio: Charges Diárias em Caratinga


Em abril de 1996 fui convidado pelo Diário do Aço / Caratinga para fazer a charge, pela primeira vez, diariamente, para os leitores de Caratinga abordando somente temas local. O desafio me estimulou a retomar as charges novamente.Apesar do sucesso da experiência, após um ano, encerrei as charges, para realizar novos projetos, entre eles, o Salão de Humor de Caratinga, que teve sua primeira edição em 1998.



Prefeito José de Assis na escolha do seu Secretariado

Crise no abastecimento de água na cidade

IPVA pesando no bolso dos proprietários de veículos

Prefeito prioriza assistência aos desabrigados e não realiza o carnaval na cidade





UNEC ganha disputa pelo Curso de Fisioterapia 

Candidatos a vereador atrás de documentação

O Promotor de Eventos Sylvio Carlos é eleito o vereador mais votado













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Embate entre o César Nicolau, Secretário de Saúde com o vereador Juarez Gomes de Sá

Caratinga realiza campeonato de Paraglider



Igreja tem seus instrumentos roubados durante a madrugada

Chuva forte adia sorteio do bingo

Prefeito José de Assis de Menino Maluquinho



Estas são algumas das  poucas charges que consegui encontrar nos meus arquivos